Desculpe, eu sou assim, tenho garras e garras ferem.
Não que eu goste, não que não faça tanto mal a mim quanto faz à você, mas essa é minha natureza, firo para me defender. Eu bem que tentei avisar, mas também, sempre com esse farfalhar de asas nos ouvidos e a cabeça no ar, você não podia mesmo escutar.
trecho da minha tese sobre "pessoas-gato".
domingo, 27 de setembro de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
E no fundo, é quase sempre sobre a mesma coisa. E essa mesma coisa é sede. Sede de viver, de saber, de beber, de prazer, de descobrir. Sede de qualquer coisa que soe muito forte e verdadeira a ponto de nos saciar por um tempo sempre curto demais.
Sede infinita de coisas doces, que acabam por nos matar de diabetes afetiva.
E você, tem sede de quê?
Eu tenho sede de.
Sede infinita de coisas doces, que acabam por nos matar de diabetes afetiva.
E você, tem sede de quê?
Eu tenho sede de.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Scott Fitzgerald
"A vida é todo um processo de demolição. Existem golpes que vêm de dentro, que só se sentem quando é demasiado tarde para fazer seja o que for, e é quando nos apercebemos definitivamente de que em certa medida nunca mais seremos os mesmos."
domingo, 19 de julho de 2009
Conversa no espelho
Removi do meu orkut esses dias o link desse blog que sabia às traças, nem olhei antes, pra não pensar. Mas hoje, vagando, vim parar aqui e me deparei com essas palavras em completo abandono e esquecimento. E isso me chateou a ponto de tomar uma atitude.
Não pelos textos em si, que nem são muito bons, mas por essa falta de persistência que persisto em ter com o que me faz bem, como por exemplo, dar vazão as coisas, reais ou não, que povoam minha mente.
E pensar que perco tanto tempo com bobagens...
Mas isso vai mudar.
Isso vai mudar? Como?
Não sei. E se eu prometesse continuar?
Mas prometer pra quem? Quem se importa?
Eu me importo, prometo para mim mesma, ora!
Espero que baste.
Não pelos textos em si, que nem são muito bons, mas por essa falta de persistência que persisto em ter com o que me faz bem, como por exemplo, dar vazão as coisas, reais ou não, que povoam minha mente.
E pensar que perco tanto tempo com bobagens...
Mas isso vai mudar.
Isso vai mudar? Como?
Não sei. E se eu prometesse continuar?
Mas prometer pra quem? Quem se importa?
Eu me importo, prometo para mim mesma, ora!
Espero que baste.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
domingo, 6 de julho de 2008
Sem título
E todas as pessoas que passam pela nossa vida não passam em vão. Não, não estou falando de propósitos ou destino, todo mundo sabe que eu não acredito nessas coisas. Mas é que elas não podem passar em vão, a gente não pode deixar sabe. Essas histórias todas precisam valer a pena, porque se afinal a gente vive sempre em função do antes e do depois, já que não dá mesmo para viver no agora, visto que o agora dura menos tempo que o tempo de dizer “agora”, então vivemos de lembranças, muitas lembranças, que constroem e sedimentam coisas boas e/ou ruins no nosso ser e algumas expectativas, que nos impulsionam para frente, mesmo sabendo que as coisas não vão sair exatamente como prevemos, mesmo porque, não é possível prever e é aí que mora a graça toda.
ps: palavras a esmo, que não fazem parte de um conto, nem de uma crônica, nem de nada, mas que ficam martelando, criam vida própria e saem por aí... Mas talvez eu ainda escreva o fim e quem sabe até o começo desse texto.
ps: continuo gostando de ps’s. Certas coisas são mesmo imutáveis.
ps: palavras a esmo, que não fazem parte de um conto, nem de uma crônica, nem de nada, mas que ficam martelando, criam vida própria e saem por aí... Mas talvez eu ainda escreva o fim e quem sabe até o começo desse texto.
ps: continuo gostando de ps’s. Certas coisas são mesmo imutáveis.
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